quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

A segunda casa, racionalista, construída em 1948, é compacta e linear.
Casa de concreto, tijolo e vidro.
Nesta, cozinha e banheiros, separados por uma parede hidraúlica, ocupam o centro, entre os
dormitórios alinhados e o espaço contínuo da sala.
O estúdio envidraçado é a única dependência acima do nível da casa.

E o terraço, uma extensão da sala, prolonga-se por baixo do estúdio e abre-se para o jardim.
É nesta varanda-sala, ponto de encontro, que a casa se abrasileirou.

1 comentários:

Sylvia Ficher disse...

Já que estamos recordando Artigas, lembro que uma vez perguntei a ele por que a sua segunda casa e a primeira casa Bittencourt, tão iguais no conjunto, diferiam apenas na quantidade de cortinas de vidro. A resposta é maravilhosamente simples. Segundo me explicou, vidro naquela época era muito caro e o Bittencourt não quis estava disposto a gastar tanto. Já na sua casa, o Velho queria executar a concepção inicial, o que o deixou endividado por muito tempo...