terça-feira, 9 de dezembro de 2008

A visita à casa de Artigas foi surpreendente: encontrei lá duas casas.

As duas são versões nacionais de idéias estrangeiras.












A primeira, desenhada em 1942, é de inspiração nitidamente orgânica.

Casa de telha, tijolo e madeira.

A planta quadrada estrutura-se em espiral em torno de um núcleo central. Neste, banheiro e cozinha. Naquela, uma sala em L, um dormitório em mezanino sobre a sala e um dormitório com estúdio rebaixado.

Localizada no Campo Belo, então arredores da cidade, era usada apenas nos fins de semana pelo casal sem filhos. Quando a conheci, em 1975, era o arquivo morto do professor Artigas. Soube, alguns anos depois, que o jovem arquiteto Fábio Valentim chegou a morar na "casinha" por um tempo.

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