mazônia com o intuito de encontrar e desenhar a Moonflower. Uma espécie de cactus, que se agarra nas árvores, cujas flores só florescem umas vez por ano por poucas horas à noite. Conhecia a planta, das inúmeras expedições que empreendeu pela floresta amazônica durante trinta e dois anos, mas nunca havia visto suas flores. Em 1988, quando já era bem idosa, determinada a vê-la florescer em seu habitat natural foi para o Arquipélago das Anavilhanas, uma reserva natural no Rio Negro. Durante alguns dias esteve em vários sítios a procura da Moonflower. Ao localizá-la, na noite tão esperada, fez uma vigília para vê-la florescer. Testemunhou, então, a abertura dos botões em grande flores brancas que desprendiam uma delicada fragância. Durante aquela noite, fez croquis de cada estágio da vida da Moonflower, dos botões abrindo-se em flores até finalmente murcharem. Quando voltou para casa, a partir destas anotações, realizou uma série de pinturas de cada estágio da Moonflower que são as únicas imagens existentes
dessa flor tão efêmera. Esta pinturas foram o seu último trabalho.Naquele ano foi à Londres para receber uma série de honrarias, reconhecimento pelo trabalho de uma vida, quando num acidente de automóvel faleceu. O jornalista inglês que a entrevistou para a televisão pela última vez, antes de sua morte, escreveu que ficou completamente seduzido por esta senhora de setenta e nove anos, sobretudo pela maneira como nela era evidente o compromisso com o que havia escolhido fazer, a certeza que tinha de sua responsabilidade na terra. Uma missão inspirada que ela tinha o talento para realizar.
Hoje, 25 de janeiro, aniversário da cidade de São Paulo, a Pinacoteca inaugura uma exposição com aquarelas e pinturas desta ilustradora tão importante para o Brasil para comemorar os seus 100 anos.
A casa foi construída no jardim de esculturas do museu. O acesso era feito pelo
Durante os seis meses da exposição, a media debateu tanto esta nova forma de morar que acabou influenciando a
A última revista japonesa a+u que chegou, número 460, mostra a importância da fotografia de arquitetura como fonte de inspiração. Sessenta e quatro arquitetos contribuiram com fotos, muita delas tiradas por eles mesmos, e escreveram pequenos textos onde justificaram suas escolhas.
Segundo ele, o maior desafio que existe para o arquiteto é projetar um lugar que seja agradável para as pessoas, e desta forma contribuir para a construção de uma cidade vital. Assim, a foto do Bryant Park mostra como um ambiente alegre e perfeitamente feliz pode ser um presente maravilhoso para as pessoas que vivem numa cidade como Nova York.